quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

E Lyana ficou IRADA...

Parcerias.

Fernando Aoki pode ser um dos quadrinhistas mais egocêntricos que eu mesmo já tive o... pô ia dizer prazer, mas não dá... privilégio também não... deixa eu ver... oh, forget: calhei de conhecer!

Entretanto, no Grêmio da Escola Politécnica da USP, ano de 1984, ele conheceu um escritor de contos curtos bastante humorísticos chamado ROGÉRIO KIVITZ. Ele publicou numa das edições do jornal deste centrinho acadêmico (O VOX POPOLI) um conto de duas páginas intitulado “A Ira de Lyana”, o qual, após ter feito Fernando Aoki se estrebuchar de tanto rir, conquistou a amizade, a simpatia, a afinidade e uma GRAAAANDE IDÉIA PORRA LOUCA: A Ira de Lyana TINHA QUE VIRAR HISTÓRIA EM QUADRINHOS.

Embora não seja material inédito na web (tá lá nos álbuns do orkut do Kivitz), achei os scans dele um pouco pequenos, e é uma história absurdamente cheia de detalhinhos, de forma que resolvi postar novamente aqui no meu blog.

Com vocês, A IRA DE LYANA!
1ª parte







Veja aqui a parte 2
Veja aqui a parte 3

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Cartõezinhos de fim de ano



Por que será que todo desenhista de quadrinhos com personagem próprio que conheço acaba fazendo uma versão baby-mangá-superdeformed de seu herói?


Pelo menos tive alguns motivos legais para cartões de fim-de-ano...

Musas, músicas e (ins)pirações - prólogo

Todas as manhãs do mundo


(Sérgio Molina e Líliam Jacoto - cantada por Míriam Maria - 1991 - Banda Canastra)
Imprecisões possíveis, foi digitado de memória




Teste de desenho para ilustrar livro infantil, conto da Bela Adormecida: a chegada da fada esquecida, não-convidada ao banquete, surpreende as demais fadas.

Fio da navalha nas cordas tensas
Recurva o arco minha solidão
Tua mortalha, minha querência
Resvala o orvalho desta vida em dor
Se me faz sofrer
Se me faz chorar
Por só poder tocando te tocar
De que morre o rei
De vale a lei
Já não sou daqui
As cordas me detém no vício das manhãs
Quero outra manhã que se faça noite em mim

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Qual é a proposta deste personagem afinal de conta?

ALERTA DE SPOILER ALERTA DE SPOILER ALERTA DE SPOILER


Seis páginas da primeira aventura arte-finalizada do Alma de Aço, 1986
CUIDADO!!! CONTÉM O FINAL DO EPISÓDIO!!!!






O QUE É ESSE ALMA DE AÇO ALÉM DE UM DESENHO DE UM BRUTAMONTES DE ARMADURA DE BESOURO METÁLICO PRETO MAROMBADO?



Vamos aos fatos!!! Em cerca de uma semana e pouco de existência deste blog aqui, e da divulgação de meu bendito personagem por um dos blogs mais polêmicos, críticos e visitados pelos interessados em fazer algo de bom pelo quadrinho nacional, fiquei no compromisso de apresentar este personagem e a bendita desta proposta dele como herói de ação em histórias de ficção-científica super-heroística, ou o contrário, como os romances pseudo-ficção-científica, Pulps e Pop.

Infelizmente não achei a bendita das pastas dos originais que o Tony Fernandes me devolveu, assim fica difícil eu mostrar para o leitor o personagem tacanho dos anos oitenta que TALVEEEEZ, e bem TALVEEEZ mesmo pudesse fazer algum sucesso junto ao público que comprava aqueles gibizinhos. Só sobreviveram cópias xerox de algumas páginas que estou postando agora só para terem uma noção do amadorismo da empreitada...

POMBAS, TONY! QUALQUER EDITOR SÉRIO TERIA ME FEITO REDESENHAR AS ÚLTIMAS PÁGINAS DA HISTÓRIA!!! PUTA ARTE MATADA DO CARALHO!!!
Quem já viu Turbo e Cânhamo (um desejo só já basta, 1ª parte) sabe o quanto eu tinha condições de fazer uma arte menos “matada”!

O que importa é que eu já deveria ter feito uma espécie de press-release do meu personagem junto com as apresentações do blog... e gostaria de estar dominando as ferramentas do blogger o suficiente para montar seções fixas!!!

Na boa gente, acho que o personagem tem que passar por uma prova de batismo, um teste de fogo... e FRANCAMENTE, acho que os curiosos que vieram saber do que se trata este personagem, o robô ALMA DE AÇO, têm que ser submetidos à pequena uma provação para saciarem sua curiosidade!

O melhor jeito de você entrar na onda de um personagem e saber quem ele é e o que o torna interessante para quem quiser ler NÃO É PROCURAR RESENHAS FAKES SOBRE ELE NO GOOGLE: Você PEGA E LÊ A HISTÓRIA que apresenta o personagem! “Just it”, simples assim!

Desafio aos curiosos, e, principalmente, a mim mesmo enquanto autor: Será que meu STORYBOARD rascunhão tem um texto TÃO BOM a ponto dos leitores tentarem conhecer o personagem lendo a historinha até o final?

O desafio está lançado, “os aleatórios estão no ar”, como costumo brincar com a tradução ao pé da letra do clássico Alea Jacta Est!