Episódio 1: Briga de Vizinhos
A Nova União Planetária está tentando se consolidar quando, sobre um mundo fronteiriço do sétimo quadrante, três raças planetárias inimigas (os Birrans, os Votons e o Povo Eeks) estão em combate simultâneo e ameaçam transformar aquele lugar num front de guerra.
Uma frota de naves da União chega ao local e, demonstrando superioridade bélica, consegue inutilizar as naves e esquadrões dos invasores, raça por raça, e conseguem impor uma trégua.
Episódio 2: Conforme Contrato…
As lideranças dos Votons e o Ente Supremo (líder dos Eeks) já demonstravam insatisfação por aquela guerra equilibrada em que, em meio a enormes baixas dos três lados, nenhum deles obtém um avanço ou uma conquista duradoura, não saem do impasse, e aproveitam a chegada desses novos “vizinhos” para propor um armistício e um desafio: ocupar um outro mundo fronteiriço em condição de ser modelado para ambas as três raças viverem numa experiência de convivência pacífica. Com muita má-vontade, os Birrans aceitam participar dessa empreitada.
Com o objetivo de desestimular as agressões entre os colonos, para aquele povoamento são encaminhados os dissidentes das três raças, vários deles contrários à guerra, e, para manter a ordem, três lideranças militares até então proscritas por suas ações em favor de acordos de tréguas e pelo fim das hostilidades mútuas: a obstinada eeks Sahr Aigan, o sisudo voton Adun Doritas e o ressabiado birran Rainorg Sansvah.
Epísodio 3: “Antes do Fim do Mundo, o Mundo Vai Acabar”
Para aquele novo planeta fronteiriço, Eguala (apelidado maldosamente de “Prévia-do-Fim-do-Mundo”), se dirigem não apenas colonos birran, eeks e votons, mas também pessoas da Nova União Planetária em busca de uma nova vida: proscritos, aventureiros e caçadores de fortuna.
Assim a tripulação de ex-contrabandistas e piratas siderais liderados por Ramadar Chase e seu braço direito Grascon, recém-indultados pela Nova União, se estabelecem e montam um negócio legalizado de transporte por naves, e os sandalianos Lemir e Nelbor que, após anos exilados em Psuveri, decidem recomeçar suas vidas e se estabelecer montando uma empresa que fornece alta tecnologia para aquele lugar em que está tudo por construir… e cuja convivência “forçada” entre gente que passou a vida aprendendo a se odiar ameaça destruir tudo antes sequer de começar.
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Elogio ou crítica? nunca censuro nada, mas... não ABUSE! hehehe