sexta-feira, 4 de novembro de 2011
A primeira aventura - RESGATANDO VELHARIA
clique no link para apreciar a doideira!
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
http://migre.me/60Q1L "Sem platéia não há cinema" - A lição desaprendida do quadrinho nacional, temo eu!...
http://migre.me/60Q1L "Sem platéia não há cinema" - A lição desaprendida do quadrinho nacional, temo eu!...
Answer here
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A primeira aventura - versão 1986
http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=6345703590587670140&aid=1314282270
http://www.facebook.com/media/set/?set=a.1473437213459.42827.1759537848&l=a31664dbf1&type=1
Para baixar a história, clique aqui.
http://www.4shared.com/file/JC6EtRJN/ALMA_DE_AO.html
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Quando você consegue finalmente acompanhar uma HQ antiga que deixou de ser publicada no Brasil, e vê que o autor faz uma situação que você planejava fazer não é de hoje, você persiste na sua história ou parte para outra para evitar a cópia involuntária?
Quando você consegue finalmente acompanhar uma HQ antiga que deixou de ser publicada no Brasil, e vê que o autor faz uma situação que você planejava fazer não é de hoje, você persiste na sua história ou parte para outra para evitar a cópia involuntária?
Answer here
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
What do you think?
Se pudermos frear uma arbitrariedade que seja, é um pequeno grande passo no sentido de evitarmos a nossa vitimização enquanto sociedade civil.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Para sair da procrastinação: a japaiada demorou quase duas décadas para fazer um filme live-action com aquele “toroço” do anime do Patrulha Estelar - Star Blazers - Yamato. Bastou insistir e não desistir (tudo bem que ficou outro “toroço”). Why not me?
Para sair da procrastinação: a japaiada demorou quase duas décadas para fazer um filme live-action com aquele “toroço” do anime do Patrulha Estelar - Star Blazers - Yamato. Bastou insistir e não desistir (tudo bem que ficou outro “toroço”). Why not me?
Answer here
sábado, 28 de maio de 2011
(2) Será que, ao reinventarmos eventos de nosso passado de maneira ficcional, dando um verniz simbólico e apinhado de metáforas e simbolismos, fazendo com que nossos avatares transcendam a mera representação de nós mesmos, criaremos BOAS histórias?
(2) Será que, ao reinventarmos eventos de nosso passado de maneira ficcional, dando um verniz simbólico e apinhado de metáforas e simbolismos, fazendo com que nossos avatares transcendam a mera representação de nós mesmos, criaremos BOAS histórias?
Answer here
(1) Me lembrei daquele filme antigo pra carai do John Ford com seu xará John Wayne, o homem que matou o facínora - “se a lenda for mais interessante do que a verdade, imprima-se a lenda”, disse o repórter ao Senador.
(1) Me lembrei daquele filme antigo pra carai do John Ford com seu xará John Wayne, o homem que matou o facínora - “se a lenda for mais interessante do que a verdade, imprima-se a lenda”, disse o repórter ao Senador.
Answer here
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Mil Nomes, Guardião do Infinito - Personagem e Autor em Evolução Espiritual
Crítica do Livro “Mil Nomes” de JRP

Ao completar a leitura de Mil Nomes, romance de José Roberto Pereira Saito divulgado como “light-novel”, a primeira lembrança que me vem à cabeça é o antigo best-seller dos anos 70, “Fernão Capelo Gaivota”.
Neste famoso romance de Richard Bach, acompanhamos o inconformismo da gaivota homônima para com o status quo do bando de aves ao qual pertence, e sua busca individual pela perfeição através do aprimoramento, cada vez mais sofisticado, de suas técnicas de vôo.
Em Mil Nomes, a metáfora do aprimoramento espiritual é muito mais explícita, e acaba por evocar a trajetória de Fernão Capelo em virtude do tom messiânico que persevera ao longo de ambas as narrativas.

A trajetória de (re)descoberta do menino Hector com sua essência espiritual, resgatada naquele universo de pensamentos e símbolos após inúmeras encarnações, guarda enorme semelhança não apenas com a evolução da gaivota, mas também com as jornadas de autoconhecimento dos livros de Carlos Castañeda (“A Erva do Diabo”), e o didatismo com que este Supra-Mundo é apresentado ao leitor — a despeito da inclusão de elementos da cultura pop, como referências simbólicas de super-heróis, quadrinhos e música eletrônica dos anos 80 — remete tanto às teorias neurolinguísticas quanto às concepções simplistas de Rondha Byrne, a autora de “O Segredo”: “Peça, e o Universo te atenderá”.
Tal similaridade não me pareceu intencional. De qualquer modo, a trajetória do protagonista segue o molde clássico da “jornada do herói”, sendo que nos próprios textos de divulgação do livro, via site, blogs e podcasts, José Roberto Pereira Saito faz questão de reafirmar esta procedência como verdadeira.

O conceito das missões, do papel de Mil Nomes como herói e guardião do infinito, das explicações sobre o funcionamento das idéias e crenças na mente das pessoas, das revelações sobre as várias facetas da vida, da morte, da completitude e complexidade do amor materno, todos estes elementos evocam a noção de revelação de verdade espiritual, similar à dos livros citados anteriormente. E a própria importância que o protagonista adquire ao perceber quem ele é de fato, ao confrontar sua versão futura, faz com que o texto assuma ares messiânicos (“eu sou a verdade, o caminho e a luz”), voltando mais uma vez à semelhança com o livro de Richard Bach.
Certamente, o mais interessante do livro é justamente a ruptura final, quando o caminho a ser adotado pelo trio principal de seguir a autoridade constituída (L'Os) é renegado em prol da busca da autonomia, de seguir o próprio caminho. Essa é a mensagem mais importante da história, e porque não dizer, uma forma de metáfora coroando a própria vida pessoal do autor e seu contínuo e perpétuo discurso em prol da liberdade pessoal como valor máximo de uma pessoa, e da inconformidade e da rebeldia levado às últimas conseqüências. Esse é o grande diferencial em relação às teses defendidas nos três livros supracitados: um modelo cosmogônico de funcionamento do universo é mostrado, mas a autoridade sobre o coletivo (ou divindade suprema) é renegado em prol de outra verdade maior ainda: a verdade do indivíduo, pessoal, particular, intransferível.

Um dos pontos altos do texto de Mil Nomes é a monumental capacidade inventiva de seu autor de criar descrições misturando elementos e referências cênicas de forma a tornar praticamente impossível passar toda a riqueza do texto para uma ilustração. Inclusive, a despeito da grande qualidade do traço de sua ilustradora, pessoalmente, senti enorme distância entre a riqueza de detalhes das descrições e aquele estilo de traço de mangá “clean”, de poucos elementos de detalhe (como os de Ossamu Tezuka ou da Rumiko Takahashi), mas preservando a essência da forma e a elegância das figuras. Não entendam isso como uma crítica negativa, pois não sei se seria o caso de ilustrar este romance com imagens saturadas de detalhes como os desenhos de Geoff Darrow - Hard Boiled, em parceria com Frank Miller. Simplesmente constatei a dicotomia, e ainda que não compreenda o porquê, há algo de proposital nesse descompasso entre o estilo simplificado da arte e a exuberância descritiva no texto.
Infelizmente, há que se criticar o tom extremamente explicativo, praticamente doutrinário, ao exibir e explicar o Supra Mundo logo após o menino Hector deixar o Devakan e ir atrás de seu destino. A impressão que tive foi semelhante à crítica que dirigi ao quadrinhista (e pesquisador) André Toral, numa convenção de quadrinhos (Poli-USP - 1992), acerca de seu recém-lançado álbum “Um Negócio do Sertão”: na minha visão, ele estava tão fascinado com a pesquisa que fizera para escrever a obra, que a vontade de colocar toda essa riqueza acabou sacrificando o lado ficcional, a força da narrativa (o final de “Negócio” me pareceu decepcionante face ao andamento da história e dessa mesma riqueza de referências pesquisadas apresentada). A mesma crítica do fascínio pela pesquisa comprometendo o andamento da história cabe aqui, e fico extremamente satisfeito de constatar que, ao abandonar o professoral e entrar na ação propriamente dita, a narrativa de “Mil Nomes” encontrou o seu rumo e caminhou para um final satisfatório.

Aproveito para comparar com o livro pregresso de José Roberto, “Mundos Sem Sol”: a despeito da mesma riqueza descritiva já estar presente neste primeiro romance, a impressão que tive ao comparar ambos os livros é que a narrativa do primeiro fluiu incrivelmente melhor do que a do “Mil Nomes”: todavia, e acredito haver algo de extremamente (mal)intencional, o final de “Mundos Sem Sol” pareceu-me precipitado, desconexado de todo encaminhar da narrativa até aquele ponto, praticamente uma ofensa à expectativa do leitor. Embora haja a metáfora do despertar de um sonho (especialmente com a questão da frustração do sonhante, ou no caso, o leitor que vinha acompanhando a história), a inabilidade com que a passagem da trama para o final tornou a experiência do livro extremamente frustrante.

Este segundo livro traz consigo, numa forma de metáfora que chamo de “realidade reinventada”, muitas das convicções particulares do autor, filtradas na forma de situações e ambientes narrativos. E, se por um lado, reclamei do excesso doutrinário do desenvolvimento do texto em sua primeira metade, por outro, só tenho elogios a fazer acerca dos clímaxes e da reviravolta da trama. E principalmente, elogio à coerência entre vida e discurso pessoal, devidamente retratados num texto de ficção.
Capa do Livro e desenhos de Márcia Harumi Saito. As ilustrações em preto e branco deste post, com minha arte-final, não foram utilizadas no livro.
Apresentando o personagem “Alma de Aço”
Começou como uma história “one-shot” (com começo-meio-e-fim no mesmo episódio) de um robô super-herói criado em 1986 para um público juveni...
-
“Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida” Provérbio Chinês Definitivamente f...
-
...Laerte Coutinho filho da mãe... nunca consegui esquecer aquela piada... Aqui neste caso, é o segredo do Latão, nunca antes revelado ao pú...
-
Desapareciam, assim, os conhecimentos sobre cálculo integral e diferencial da face da Terra. Somente 50.000 anos depois, um débil-mental cha...