Episódio 1: A Rocambolesca Redenção de Ramadar Chase em sua Pior Versão
O corpo-avatar da contrabandista e capitã pirata sideral Ramadar Chase desperta no planeta Psuveri sem receber as atualizações sincronizadas de informações de sua “original”, e descobre que se passaram mais de quarenta anos desde sua última “ativação”.
Na busca solitária por respostas para seu despertar e para decidir o que fazer dali pra frente, seu gênio arrogante e estouvado a põe em diversas encrencas que a fazem entender o quanto ela era/é dependente da retaguarda que sua tripulação que agora não passam de velhos aposentados muito longe dali, sem condições (muito menos disposição) de ajudar.
E que fim levou a Ramadar original? Casada com Nelbor, tornou-se a matriarca da família, com filhos e netos! (Xi Marquinhos!)
Episódio 2: Ramadar Chase na Opulenta Orgia dos Enlutados
Após se livrar da quadrilha que explorava escravas sexuais no grande Hotel-Cassino “Perdição das Lendas”, Ramadar se associa à leão-de-chácara psuveriana Dular e à mais requisitada das prostitutas, a kirshiriana Vitrienne, para operar o lugar.
Eis que chegam ali dois clientes muito especiais: o filho do embaixador voton do planeta Eguala, Erbed’n, e o neto da Ramadar original, Banderg.
E, no encalço daqueles dois adolescentes aventureiros, uma agente militar sem identificação com uma missão: levar os dois fujões para suas famílias.
Episódio 3: Ramadar Chase enfrenta Ramadar Chase em sua Melhor Versão
Episódio de encerramento desta série
Prestes a fechar um ótimo contrato com uma grande empresa de mídia e entretenimento que garantirá a estabilidade econômica do “Perdição das Lendas”, a Ramadar Chase avatar é possuída pela consciência da Ramadar original, a velha senhora, agora viúva, que quis experimentar a sensação de sentir e agir num corpo jovem e com as vantagens físicas dos psuverianos.
Para evitar que a mulher se empolgue demais e faça alguma besteira que culmine na morte das duas naquele corpo, a dectrosiana e ex-guarda-costas de Lemir, Gertwi, chega ao planeta e se apresenta como representante comercial de um grupo concorrente.
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Elogio ou crítica? nunca censuro nada, mas... não ABUSE! hehehe